Hoje é um dia triste, é um dia de morte.
Não foi um homem quem morreu, foi uma multidão que se perdeu
Um amigo se foi, levaram ele
Perdemos um companheiro, um irmão
Ele era filho e era pai
Era amigo respeitado por todos.
Hoje não há piadas, não existe risadas nem mesmo sorrisos;
A bandeira a meio mastro sinaliza o luto pelo homem certo que parte na hora errada;
Os abraços são de mágoa e dor
Os olhos se cruzam procurando confortar
Procuram pedir desculpas por terem visto e não terem conseguido ajudar
Não havia mais tempo
Não puderam salvar que tantas vezes salvou.
A mesma causa, o mesmo sonho, destinos diferentes no inicio do mesmo dia
Não há homem que não trema, não existe mão que não se estenda
Não parece verdade, uma sem graça ficção, ainda vejo meu amigo caído morto ali no chão
A voz dele ainda está no rádio quando eu deito
Ouço tiros quando durmo
Antes fosse pesadelo
Não há homem que não se cale
A multidão aplaude a morte
Não há homem que não grite.
Não existe coração que não se rebele, alma que não sangre.
Fazem quase três anos, parece que foi ontem;
Desculpa irmão, confesso que tremi, mas eu juro que corri
Cheguei tarde eu sei.
Teu corpo eu enterrei
Teu exemplo eu vou seguir, tua farda eu honrarei
Teu sorriso eu não esqueço, o teu nome eu guardo bem
Agora descansa, segue teu caminho em paz
Teu trabalho está feito, ajuda a fazer o meu
Caminha pela luz, fica com deus, guarda meu lugar, se um dia eu merecer, apareço por aí.
Não foi um homem quem morreu, foi uma multidão que se perdeu
Um amigo se foi, levaram ele
Perdemos um companheiro, um irmão
Ele era filho e era pai
Era amigo respeitado por todos.
Hoje não há piadas, não existe risadas nem mesmo sorrisos;
A bandeira a meio mastro sinaliza o luto pelo homem certo que parte na hora errada;
Os abraços são de mágoa e dor
Os olhos se cruzam procurando confortar
Procuram pedir desculpas por terem visto e não terem conseguido ajudar
Não havia mais tempo
Não puderam salvar que tantas vezes salvou.
A mesma causa, o mesmo sonho, destinos diferentes no inicio do mesmo dia
Não há homem que não trema, não existe mão que não se estenda
Não parece verdade, uma sem graça ficção, ainda vejo meu amigo caído morto ali no chão
A voz dele ainda está no rádio quando eu deito
Ouço tiros quando durmo
Antes fosse pesadelo
Não há homem que não se cale
A multidão aplaude a morte
Não há homem que não grite.
Não existe coração que não se rebele, alma que não sangre.
Fazem quase três anos, parece que foi ontem;
Desculpa irmão, confesso que tremi, mas eu juro que corri
Cheguei tarde eu sei.
Teu corpo eu enterrei
Teu exemplo eu vou seguir, tua farda eu honrarei
Teu sorriso eu não esqueço, o teu nome eu guardo bem
Agora descansa, segue teu caminho em paz
Teu trabalho está feito, ajuda a fazer o meu
Caminha pela luz, fica com deus, guarda meu lugar, se um dia eu merecer, apareço por aí.

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