Escrito em 25/08/10
Se não temos exato o valor da medida das coisas, fica difícil avaliar se algo é completamente bom ou ruim. Mas de forma inicial sempre pré determinamos algo como sendo sorte ou azar. Quando alguém bate no seu carro, logo se pensa no azar. E assim será se o cara for um sem vergonha que além de não pagar pelo erro ainda tenta te extorquir. Por outro lado, se quem bate no seu carro é uma linda e distraída mulher, que além de pagar pelos prejuízos resolve lhe ofertar demasiado carinho como recompensa pela boa educação com que foi tratada em uma hora ruim. Isso pode ser chamado de sorte? Depende, tudo é relativo. Imaginamos agora que na audiência de conciliação com o imbecil que bateu no seu carro e ainda tentou fazer você pagar o carro dele, em vez de ir sua “deselegante” advogada, que está por fora do processo, ela envia a afiada (sem experiência é verdade) e maravilhosa irmã recém formada dela, que depois de arrasar na audiência resolve comemorar lhe beijando deitada na cama dela. Não seria muita sorte? De tão improvável, eu diria que é até muita sorte mesmo.
E se aquela outra maravilha que bateu no seu carro e depois se tornou sua amante e mais tarde sua namorada? Não é sorte também? É, mas poderia ser azar se além de te trair ela passasse hvi no terceiro ano de namoro.
Moral da história, tudo é relativo. Uma mosca na merda é pouco, uma mosca na sopa é muito. Sorte e azar são relativos. Por regra, interessante seria sempre tratar todos com educação, ser otimista, e nunca ser estúpido a ponto de cegar-se.
E se aquela outra maravilha que bateu no seu carro e depois se tornou sua amante e mais tarde sua namorada? Não é sorte também? É, mas poderia ser azar se além de te trair ela passasse hvi no terceiro ano de namoro.
Moral da história, tudo é relativo. Uma mosca na merda é pouco, uma mosca na sopa é muito. Sorte e azar são relativos. Por regra, interessante seria sempre tratar todos com educação, ser otimista, e nunca ser estúpido a ponto de cegar-se.

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