Na última postagem escrevi sobre motivação, frustração e tal. Lembrei da música do comercial da cerveja. É por aí, pega leve com a vida, que ela pega leve com você. Aliás, que música linda, que comercial bonito (é velho eu sei). Parabéns aos publicitários, mas eu me senti um lixo depois de ver aquilo, todo mundo é lindo e extremamente feliz em qualquer circunstância.
Outra coisa que me ocorre então seguindo esse dois temas (a frustração e a motivação publicitária) são as pulseiras Power Balance. Que porra é essa? Que merda é essa? Quem é o sujeito safado que vende isso? Quem é o gênio (conhecedor e dominador dos assuntos de estupidez coletiva) que inventou isso? Pior, quem são os espertos que compram isso? Uns anos atrás na tinha também uma merda dessas de ouro que prometia milagres? O milagre foi o desaparecimento do responsável pelo produto, depois de milionário sumiu no mundo, hehehe.
Tudo bem que algumas invenções vistas da ótica anterior ao seu lançamento pareciam milagrosas também (Ex.: antibiótico, anticoncepcional, Viagra, forno microndas e erva Barão em Dublin). Porra, mas acreditar que uma pulseira de silicone (feia, colorida de mau gosto) possa fazer você caminhar melhor, ter mais disposição porque altera seu sistema de equilíbrio, regula sua energia. Ah, faça me o favor. Pega a pulseira e coloca ela em lugar mais apropriado caso queira sentir vibrações. Daqui um pouco vão divulgar os números disponíveis de cadeiras no céu. Pode-se optar por estar de frente a Deus ou ao lado dele. Vamos ao leilão?
O preço de custo daquela merda de pulseira (atestado de Zé mané) deve ser de 2,00 a 5,00 reais. Ela é vendida a 120,00 R$. Deveria vir com uma forca junto pro sujeito se matar depois de testar a maravilha de produto que comprou. A estupidez não tem tamanho e só isso justifica um sujeito aceitar ser infeliz a vida toda e contentar-se em comprar um iPhone (mas eu quero um também, sério) e uma pulseira Power Balance. Como diria um outro amigo meu: “Tem que dar uma guerra”. Assim as pessoas descobrem o que são problemas de verdade e necessidade reais.
Outra coisa que me ocorre então seguindo esse dois temas (a frustração e a motivação publicitária) são as pulseiras Power Balance. Que porra é essa? Que merda é essa? Quem é o sujeito safado que vende isso? Quem é o gênio (conhecedor e dominador dos assuntos de estupidez coletiva) que inventou isso? Pior, quem são os espertos que compram isso? Uns anos atrás na tinha também uma merda dessas de ouro que prometia milagres? O milagre foi o desaparecimento do responsável pelo produto, depois de milionário sumiu no mundo, hehehe.
Tudo bem que algumas invenções vistas da ótica anterior ao seu lançamento pareciam milagrosas também (Ex.: antibiótico, anticoncepcional, Viagra, forno microndas e erva Barão em Dublin). Porra, mas acreditar que uma pulseira de silicone (feia, colorida de mau gosto) possa fazer você caminhar melhor, ter mais disposição porque altera seu sistema de equilíbrio, regula sua energia. Ah, faça me o favor. Pega a pulseira e coloca ela em lugar mais apropriado caso queira sentir vibrações. Daqui um pouco vão divulgar os números disponíveis de cadeiras no céu. Pode-se optar por estar de frente a Deus ou ao lado dele. Vamos ao leilão?
O preço de custo daquela merda de pulseira (atestado de Zé mané) deve ser de 2,00 a 5,00 reais. Ela é vendida a 120,00 R$. Deveria vir com uma forca junto pro sujeito se matar depois de testar a maravilha de produto que comprou. A estupidez não tem tamanho e só isso justifica um sujeito aceitar ser infeliz a vida toda e contentar-se em comprar um iPhone (mas eu quero um também, sério) e uma pulseira Power Balance. Como diria um outro amigo meu: “Tem que dar uma guerra”. Assim as pessoas descobrem o que são problemas de verdade e necessidade reais.

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